"Highnos" conta uma aventura narrada na Idade Média, onde relata-se a história da humanidade, formulando um suposto acontecimento na linha cronológica do planeta, onde existe um decendente a mais do Ser Humano, que por motivos de diferente habitat, modo de viver e evolução apresentam características próprias, com semelhanças do Homo Sapiens. Estas "características próprias" envolvem uma progressão talvez, para alguns, maior da qual conhecemos, ou por outro lado, para outros, catastrófica, tendo assim rumos totalmente diferentes para a cronologia do planeta.
São essas mudanças de fisionomia, comportamento etc., que vamos conhecer neste jogo, possuindo em sua trama, desde um enredo que tenta ao máximo entreter e envolver o jogador, até batalhas cravadas em plena guerra, onde você se encontra sozinho para decidir o destino de todo um Império. "O Retorno do Império" visa não apenas encantar por sua esquematização ou apresentação, mas mantém pelo foco em divertir o jogador, tentando evitar os temíveis preconceitos sobre casos onde ocorre o famoso "clichê", revertendo isso com um suporte para a diversão e o envolvimento para com a trama, como já foi citado.
O Continente
Em plena Idade Pré-Literária, surge uma nova linha de evolução, partida de um outro tipo de modo de vida e ambientação do que tiveram os primatas antecedentes do grande H. Sapiens, dentre este desconhecido grupo de antepassados, surgem humanos com habilidades novas, um novo tipo de organismo capaz de formar o que chamamos de magia, com as próprias mãos. Esses seres evoluiram e progrediram ao longo dos tempos, isolados em um continente denomidado pelos mesmos de Highnos, onde eles vivem com um sistema Monárquico, concentrando o poder em um líder só, sendo que o continente conta com 2 Impérios, consequentemente mantendo 2 supostos reis, e diversos vilarejos independentes que não participam da política estabelecida no continente.
A Guerra interna
Dentre os dois Impérios, Terdhan, o que possui maiores terras e população, tem como pretenção, por parte dos membros do mais alto palanque da pirâmide social, o domínio do Império de Adhnus. Porém tal Império consta com um exército selecionado, menos soldados, porém com treinamento mais intensivo ainda do que os treinamentos de Terdhan, já que isso se torna uma necessidade, por motivos claros.
Após muito tempo nesta guerra inacabável, muitos soldados morreram, de ambos os lados houveram perdas e mais perdas, mas não só na população e seus exércitos, porém também se apresentavam desfalques dentre a natureza. Os terrenos de batalha começaram a se tornar devastados, pelas ações dos Impérios, que mais se importavam com a glória do que com sua morada e seu ambiente. De acordo com o que a natureza se recompunha, os homens destruiam. Em alguns anos, os dois reinos começaram a sentir o efeito desses confrontos, ao ouvirem reclamações de plebeus das regiões, alegando a falta de fertilidade para cultivar o consumo de sua família, assim como a venda, até mesmo os nobres, obviamente, foram sentindo esse desgaste e essa escasses em suas terras.
Por algum tempo os Impérios de certa maneira se recolheram para conseguirem alguma reconstituição, já que se viam cada vez mais fracos, de acordo com a cadeia de consequências que as guerras lhes geravam. Entretanto as batalhas não cessavam, após certo tempo recolhidos eles tornavam a se confrontar em batalhas que duravam dias e mais dias. Dentre esse caos, eram notáveis as evoluções dos poderes de cada um, conforme o tempo passava os exércitos se tornavam mais nocivos e mais habilidosos, assim formando batalhas com proporções maiores.
Destroços e a descoberta

Muitos fragmentos das batalhas, desde armamentos até pedaços de rochedos caídos, acabavam por se dirigirem aos oceanos, de acordo com os fluxos das correntezas. Tal caso parece não ter relevância, entre tantos conflitos importantes e feitos considerados históricos para aquela nação, mas o que eles nunca imaginariam é que existem outros continentes e povos, além de seus conhecimentos e suas crenças. Devido a época, era de costume das populações - cujos continentes são conhecidos por nós, como Europa, as Américas, etc. - praticar a navegação, por meio de grandes caravelas e barcos de grande porte. O que vem a se tornar importante para a história de Highnos, destas navegações, é a curiosidade Humana, de arranjar modos de conhecer cada vez mais terras e assim, o mundo onde vivem, e coincidentemente, haverem navegações a alguns quilômetros da terra de Highnos. Depois de tempos navegando, tais caravelas encontraram ao mar alguns armamentos, boiando, como escudos feitos de madeira, e intrumentos mais rudimentares, o que fez eles se movimentarem e rumarem para cada vez mais perto do continente.
Após algumas semanas de busca e locomoção, os navegadores chegaram ao continente de Highnos, avistando apenas a costa, em sua parte não habitada pelo povo daquele continente. Ao descerem na terra desconhecida, ao todo cerca de 30 homens, com seus sabres e seus armamentos, começaram a explorar o local, adentrando um pouco a densa mata, conseguem chegar a uma clareira, onde se situa um pequeno vilarejo. Cautelosos e com certo receio, os homens começam a seguir vilarejo à dentro, quando se deparam com alguns caçadores do povoado local, que por ali andavam.
A História começa - Ambição
Observando a habitação do local resolvem recuar e organizar expedições mais completas. Meses se passam e os estudos sobre Highnos tornam-se cada vez mais intensos, de acordo com o que os estrangeiros estudam, mais riquezas descobrem, mais recursos descomunais vão achando.
Então, diante de tal terra rara e tão rica, vão se determinando à colonizar de uma vez por todas aquele povo, vendo que caso cheguem a tal posse deste continente tão desejado, possam se tornar uma potência mundial jamais vista. Eles vão expandindo tanto seus conhecimentos sobre Highnos, quanto suas tropas preparadas para a dominação.
Decidem então partir para a colonização, levando algumas centenas de homens e suas armas de fogo para a terra de Highnos, tentando colonizar certa parte, a qual já foi estudada anteriormente por eles, sem que a população dali soubesse.
O que não era esperado, obviamente, seriam os poderes dos quais os nativos de Highnos conteriam, dentro de seus genes. Poderes estes que aniquilaram aqueles que tentavam a dominação. A nação estrangeira foi tomada por ódio e vingança, apenas a riqueza que os esperavam estava acima da raiva que aqueles aparentes Humanos deixaram, matando a maior parte de seu vasto exército.
E então, a partir do momento em que Highnos mostrou rebeldia e resistência em frente a colonização, o batalhão destes que tentam a dominação aumenta mais e mais, estruturando assim uma guerra muito pior que as batalhas internas de Highnos, um confronto onde a piedade não existe, apenas fazem parte a cobiça e a luxúria.
A nação de Highnos conseguiu matar milhares de colonizadores, porém não é nem o começo, batalhas piores os aguardam, assim como surpresas, conciliações, e ação. Em busca da sobrevivência de todo um povo, e sua cultura, lutando para não ser perdida. Porém o enredo trás consigo trechos mais complexos, tentando provocar um desfecho mais inusitado, não apenas batalhas, em suas formas brutas, com espadas, escudos e um vitorioso.
Os Imperadores:Alcartur:
Imperador de Terdhan, pai de Danthos. Governa o Império de maior porte de Highnos, vive pelo seu reino e tenta incessavelmente expandir seus territórios além da fronteira, visando dominar o Império chamado de Aghnus. Mesmo apresentando esse lado mais focado para a batalha e para a guerra, em diversos momentos apresenta-se como um bom pai, sendo protetor da maneira que lhe é possível, e sempre levando em primeiro lugar, como sua prioridade, a família. Apesar de ter este instinto protetor e carinhoso, quando necessário sabe ser severo quanto a treinar seu filho e seus soldados para os verdadeiros confrontos, sendo muito exigente e exigindo disciplina acima de tudo, caráter e sensatez são suas principais características.
Prothos: Imperador de Adhnus, não possue decendentes para o trono, é um general nato, e um governante competente. Apesar de suas batalhas intermináveis com Alcartur e seu reino, ele sempre preferiu manter-se como um soberano pacífico e harmonioso, mas isso teve de ser cessado, já que sofre ataques em fins de ser dominado por Terdhan.
Alghazur: Rei de Italan, país o qual deseja dominar Highnos a todo o custo, à fim de se tornar a maior potência jamais vista. É difícil contar sobre Alghazur sem denunciar o ponto crucial do jogo, por isso fica apenas uma leve rotulação de quem ele é.
Os HeróisDanthos:
Filho de Alcartur e príncipe de Terdhan, Danthos sempre quis se mostrar forte, treinando para tonar-se um bom soldado e acima de tudo um bom líder, independente de ser filho de quem é. Por influência do caráter de seu pai, ele se mostra perante o povo como alguém seguro de si e frio, uma falsa personalidade a qual ele usa como barreira, para esconder sua insegurança e sua preocupação quanto a sua reputação.
Danthos é o protagonista de toda essa trama, encontrará muitos inimigos, e alguns aliados que serão formados ao longo da história. Terá como dever comandar todo um povo, lutando contra o maior rival que todos ali poderiam encontrar, batalharão pela preservação de toda a história e a alma de um continente.
A história de Danthos será contada por completo durante o jogo, terá versões jogáveis em quase todas as fases de sua vida.
Os Colonizadores:Logan: Uma espécie de braço-direito de Alghazur, um homem fiel aos seus princípios, e acima de tudo, patriota. Agarrará a oportunidade de se mostrar ainda mais leal e capaz avançando com unhas e dentes, na colonização de Highnos.
Homem sagaz e inteligente, um mestre na estratégia e nas guerras táticas, é o segundo rei de Italan, ocupando o espaço de líder militar, ao lado do líder político, obviamente, Alghazur. O sistema se igualaria ao tomado segundo a história antiga por Esparta.
Caráter conservador, valoriza suas origens como ninguém, porém escolhas mal-feitas o levam a uma vida a qual não desejou. Tudo o que queria era um simples aposento e uma grande família, quando na realidade vive em combate, mostrando uma falsa satisfação com o mérito que conquistou dentro do exército de Italan.
Desculpem qualquer erro ou fragmentos sem sentido, talvez seja culpa da minha falta de atenção, por parte das "viagens" que fiz enquanto escrevi.
E, como o próprio board diz, o projeto está em seu início, e nem a tabela de personagens ainda está completa, muito menos tenho em mãos Screens, ou sistemas prontos para apresentá-los, atualmente tenho apenas alguns gráficos e uma parte de um ABS, que vem sendo produzido pelo Auron. Espero que gostem, e se for o caso, espero também que se contentem com a possível falta de um melhor acabamento, ou a falta de material.
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos
Highnos